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Hangar da VASP em Congonhas virará loja de material de construção


Dom 1/10/2017 - Faz algum tempo que o hangar da VASP em Congonhas (SP) está desativado, pelo menos desde que a companhia faliu, em 2005. O estado atual do local é péssimo, as placas metálicas do telhado estão se desfazendo, a pintura nem existe mais, e a presença de corrosão é garantida, pelo menos a fundação base do local está inteira.

Essa é uma área de 28,5 mil no segundo maior aeroporto do país, que fica localizado em uma área de classe média-alta e com grande poder aquisitivo, não há muito comércio ao redor de CGH, mas isso não é um problema, na verdade uma solução.


E foi com base nisso que a Infraero lançou em agosto deste ano uma licitação para aproveitar melhor o local, como as três maiores companhias que operam por lá já têm seus hangares a solução seria ceder o espaço para um terceiro.

O anúncio da licitação foi em uma péssima data, perto da LABACE, um tradicional evento de aviação executiva que acontece há mais de uma década em Congonhas e movimenta mais de 1 bilhão de reais. Isso porque a LABACE usa o hangar citado nessa reportagem.

Mas a Infraero fez a licitação, mesmo com ameaça de leiloar o aeroporto e com os eventos que acontecem por lá. O valor total foi de 40 milhões de reais, sendo que pode ser parcelado em até três vezes, tendo uma entrada de R$ 20 milhões até o décimo dia útil, a partir da data de assinatura.

R$ 10 milhões deverão ser pagos em até 12 meses e o restante em até 24 meses. A Leroy Merlin ainda terá que pagar R$ 390 mil mensalmente e mais 3% do faturamento do local. Na realidade o valor pago pelo uso da área pode superar os R$ 146,483 milhões.


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Sobre Alexandre Marques

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